



Toniquito foi para SP ontem.
Tive que me despedir usando óculos escuros para que ele não visse o choro.
Mãe é bicho besta mesmo, né?
Dei uma sumidinha.
Acho que ainda estou um tanto cabisbaixa por causa do assalto.
E tristolda por não poder postar fotos e nem prometer que no final de semana atualizo o post. Essa história acabou com meu estilo de postagens a prestação!
O que sinto mais falta é da câmera nova. Eu estava curtindo tanto meu “brinquedinho de gente grande”...
E dá uma preguiça e uma mão de vaquice aguda de comprar outra.
Quero a velha (que era nova), bolas!
Mas passou.
Adianta lamentar?
E querer escapelar o ladrão e pegar minhas coisas de volta?
Não.
Vou deixar pra lá olhar para a frente – sempre é o que me resta a fazer, não é mesmo?
Agora estamos na programação de natal e ano novo.
Já pedi para a tchefa para emendar, mas ainda não tive resposta.
Façam todo o tipo de reza braba e simpatia que conhecem para eu poder ir para a serra e ficar com as perninhas para o alto por uma semana, tá?
Depois volto aqui contar se deu certo.
O sonho da casa cubinho, com temperos no quintal e localizada num bairro bucólico deu uma boa capengada ontem...
Fomos assaltados!
Estamos bem, não aconteceu nada conosoco, já que a casa estava vazia, mas devem imaginar que estou bem triste, né?
E o que me deixa mais chateada não são os objetos que levaram – isso a gente recupea ou vive sem. Mas as lembranças que foram juntas: as fotos que estavam nas máquinas fotográficas e no computador.
E também o fim do sonho de morar em um lugar seguro... Se é que isso ainda existe.
Será que terei que encher minha casa de grades, cercas, arame farpados e muros altos?
Quem viverá na prisão, eu ou o ladrão?
EU!
Tem algumas palavras que o Tonico fala errado e que acho tão bonitinho que não corrijo.
(pausa para o apedrejamento dos educadores)
As que estão me encantando agora são:
Procaganda e comumelo!
Este foi o primeiro final de semana que passei sozinha com o Tonico.
Antes eu já havia passado um ou outro sábado sozinha, ou mesmo um final de semana sem o Ro, mas então chamava minha mãe para cá ou ia para a casa dela.
Desta vez ficamos só nos dois mesmo e me surpreendi com o picaretinha. Ele se mostrou um companheirão: me ajudou a arrumar a casa, fizemos panqueca juntos para o café da manhã, passeamos, brincamos muito e ontem a noite montamos a árvore de natal (que ficou super hiper mega brega, por sinal).
Mas apesar de toda a delícia e inesperada facilidade de ficar com o gatuchinho, no final do dia já estava bem cansada.
Não vejo a hora de ter o maridoviski de volta!